Clube da Ref
Sim — e a ideia tem bastante potencial, sobretudo se o clube não for tratado como uma “sessão de inspiração”, mas como um laboratório de leitura de decisões criativas. O diferencial está em deslocar a conversa de “gostei/não gostei da campanha” para “que problema foi formulado, quais escolhas foram feitas, quais tensões foram resolvidas e o que podemos transferir para a nossa prática?”.
Isso também conversa diretamente com o problema que você vem chamando de vadiagem cognitiva: o Clube da Referência pode criar um hábito coletivo de ampliar repertório, tornar explícitos os atalhos mentais e treinar a equipe para enxergar lógicas de criação — e não apenas copiar formatos vencedores. Comunidades de prática funcionam justamente por reunir pessoas em torno de um domínio comum, com interação recorrente e construção de repertório, métodos e histórias compartilhadas. hbswk.hbs